sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aquela tarde

Sentado a beira do lago ao por do sol. O vento movimentava as águas criando ondas que parecem dançar. Esse mesmo vento trás músicas ao ouvido. Músicas criadas pela natureza para festejar o lindo fim do dia.
Sentado o poeta viaja em seus pensamentos e tenta transcrever em um pedaço de papel o que vê, ouve, sente!
As lembranças vêm e vão da mesma forma que as ondas do lago. O sol da uma iluminação diferente aquele lugar que transmite paz a quem ousa senti-la.

...

A lua reflete sua imagem no rio.
A alma reflete a sua na face.

Um nariz abandonado...

Será que foi o fim?

Ou preparação.

Esperança!

De todas as histórias a que mais me chama a atenção é a história do homem sentado no banco da praça em seu terno desbotado, será mais um José? Não sei.
Com um pequeno bloco de papel na mão ele marcava suas desenhadas letras a contar sua própria história.
Esperar o que já não vinha há 15 anos. A mulher que ali conhecerá lhe prometeu que voltava e com o coração cheio de amor ele espera o que não voltaria mais.

Ilusão

A lágrima corre pelo rosto molhado pela água da chuva do domingo.
Felicidade expressava aquela lágrima. A noite tinha a presença da ilusão criada por um poeta para mostrar aquilo que ele não tinha.
O céu rosado explicava a chuva. As três marias havia decido do céu, e uma de cada vez acariciou a ilusão que já havia se tornado realidade. Realidade essa que não fazia coisas certas ou erradas, mas coisas corretas!
O poeta palhaço ou palhaço poeta sabia ou melhor sentia a felicidade de ver pessoas, brilharem.
E continuarem a levar esse brilho pela cidade cinza. Mas que naquela noite estava todo acesa.