A lágrima corre pelo rosto molhado pela água da chuva do domingo.
Felicidade expressava aquela lágrima. A noite tinha a presença da ilusão criada por um poeta para mostrar aquilo que ele não tinha.
O céu rosado explicava a chuva. As três marias havia decido do céu, e uma de cada vez acariciou a ilusão que já havia se tornado realidade. Realidade essa que não fazia coisas certas ou erradas, mas coisas corretas!
O poeta palhaço ou palhaço poeta sabia ou melhor sentia a felicidade de ver pessoas, brilharem.
E continuarem a levar esse brilho pela cidade cinza. Mas que naquela noite estava todo acesa.
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